MANAUS (AM) – Cerca de 80 estudantes da Escola Municipal Jorge Resende Sobrinho, da rede municipal de Manaus, participaram nesta quarta-feira (15) de uma atividade de educação ambiental no Instituto Soka Amazônia, localizado no bairro Colônia Antônio Aleixo, na zona Leste da capital.
A iniciativa integra o projeto Academia Ambiental, desenvolvido pelas Ocas do Conhecimento Ambiental, da Secretaria Municipal de Educação (Semed), e busca aproximar os alunos da floresta amazônica por meio de experiências práticas sobre preservação ambiental e sustentabilidade.
Atividades aproximam estudantes da realidade da Amazônia
Durante a visita, os alunos do 6º ao 9º ano conheceram o acervo de sementes e arqueologia amazônica, visitaram o meliponário — espaço dedicado à criação de abelhas sem ferrão —, observaram o Encontro das Águas a partir do mirante do instituto e participaram de uma trilha ecológica.
Segundo a Semed, a proposta complementa os conteúdos trabalhados em sala de aula e incentivar o contato direto com a natureza.

Projeto incentiva a preservação ambiental
Realizada semanalmente, a ação tem como objetivo fortalecer a consciência socioambiental entre os estudantes e estimular práticas voltadas à preservação do meio ambiente.
De acordo com o coordenador de Educação Ambiental do Instituto Soka Amazônia, Jean Leão, a parceria com a Semed completa 10 anos em 2026 e já beneficiou mais de 20 mil alunos da rede municipal.
“Ao longo dessa parceria, milhares de estudantes passaram por aqui e tiveram a oportunidade de conhecer a riqueza da Amazônia. Nosso objetivo é complementar o trabalho desenvolvido pela escola, despertando o sentimento de pertencimento e o compromisso com a preservação ambiental”, afirmou.
Experiência reforça aprendizado fora da sala de aula
A professora Jéssica Correia Soares destacou que a atividade contribui para tornar o aprendizado mais significativo ao relacionar teoria e prática.
Segundo ela, o contato direto com a natureza desperta um novo olhar dos estudantes sobre o meio ambiente e a região onde vivem.
Participando pela primeira vez da atividade, a estudante Ariane Baraúna de Souza, de 16 anos, afirmou que a experiência ampliou sua percepção sobre a importância da preservação ambiental.
Ela contou que pretende compartilhar o conhecimento adquirido com familiares e amigos, especialmente por morar próximo a um igarapé.
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