Pai e tio são presos suspeitos de praticar ‘ritual satânico’ com criança no AM

Vítima foi trazida para Manaus, com sinais graves de desnutrição

Data:

Compartilhe esse post:

Manaus (AM) – A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Interativa de Polícia (DIP) do município de São Gabriel da Cachoeira, prendeu dois indivíduos, de 37 e 42 anos, por tortura e agressão física praticada contra uma adolescente de 12 anos, naquele município (a 852 quilômetros de Manaus).

A vítima é filha e sobrinha dos autores, que, segundo a polícia, praticavam ‘ritual satânico’ contra ela, além de a privarem de alimentação.

No momento das prisões, a adolescente foi resgatada e trazida para Manaus, onde deu entrada em um hospital com sinais graves de desnutrição, perda da visão e sintomas de paraplegia. A menina seguirá sendo acompanhada pela saúde e, assim que apresentar melhora, precisará de tratamento psicológico.

LEIA MAIS:

Portal Meu Amazonas
Portal Meu Amazonashttps://portalmeuamazonas.com.br
O Portal Meu Amazonas é um veículo digital de jornalismo sediado em Manaus, dedicado à cobertura do Amazonas e da Amazônia. Produz notícias, reportagens, análises e conteúdo de serviço sobre política, economia, cidades, meio ambiente, cultura, segurança, saúde e temas que impactam a população da região.

Matérias Relacionadas

VÍDEO: Menino de 6 anos morre após ser atingido por faca durante castigo do pai no AM

Criança foi atingida por uma faca que estava dentro de uma mochila usada pelo pai, segundo versão apresentada à Polícia Civil.

Honda e UEA lançam pós-graduação inédita em Ergonomia Aplicada à Indústria 4.0 no AM

Parceria entre Moto Honda e UEA cria formação inédita no Amazonas para preparar profissionais diante dos novos desafios da Indústria 4.0.

VÍDEO: Cabo PM é preso suspeito de entregar empresário para ‘tribunal do crime’ em Manaus

Operação Prova Viva cumpriu mandados de prisão e busca contra investigados por sequestro ocorrido na zona Norte da capital.

Reviravolta: laudo descarta estupro e aponta asfixia na morte da bebê Helena

Perícia oficial descartou violência sexual, apontou morte por asfixia e levou a Polícia Civil a reclassificar a investigação.