Suspeito de matar transexual amazonense se entrega à polícia em Manaus

O homem é o principal suspeito de assassinar a transexual amazonense Verônica Martinelli, em São Paulo.

Data:

Compartilhe esse post:

MANAUS (AM) – Um homem identificado como Keven Barcley Nunes do Santos, de 23 anos, se entregou à polícia durante a última quarta-feira (14), após ficar foragido há mais de um ano. O homem é o principal suspeito de assassinar a transexual amazonense Verônica Martinelli, em São Paulo.

O crime ocorreu em fevereiro de 2022 e segundo informações, o assassinato aconteceu após Verônica ganhar um concurso no valor de R$20 mil reais. Investigado pela Polícia Civil do Amazonas, a mãe de Keven procurou um advogado para apresentá-lo na delegacia.

O suspeito deverá ser apresentado na Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) ainda nesta quinta-feira (15).

LEIA MAIS:

Portal Meu Amazonas
Portal Meu Amazonashttps://portalmeuamazonas.com.br
O Portal Meu Amazonas é um veículo digital de jornalismo sediado em Manaus, dedicado à cobertura do Amazonas e da Amazônia. Produz notícias, reportagens, análises e conteúdo de serviço sobre política, economia, cidades, meio ambiente, cultura, segurança, saúde e temas que impactam a população da região.

Matérias Relacionadas

VÍDEO: Menino de 6 anos morre após ser atingido por faca durante castigo do pai no AM

Criança foi atingida por uma faca que estava dentro de uma mochila usada pelo pai, segundo versão apresentada à Polícia Civil.

Honda e UEA lançam pós-graduação inédita em Ergonomia Aplicada à Indústria 4.0 no AM

Parceria entre Moto Honda e UEA cria formação inédita no Amazonas para preparar profissionais diante dos novos desafios da Indústria 4.0.

VÍDEO: Cabo PM é preso suspeito de entregar empresário para ‘tribunal do crime’ em Manaus

Operação Prova Viva cumpriu mandados de prisão e busca contra investigados por sequestro ocorrido na zona Norte da capital.

Reviravolta: laudo descarta estupro e aponta asfixia na morte da bebê Helena

Perícia oficial descartou violência sexual, apontou morte por asfixia e levou a Polícia Civil a reclassificar a investigação.