Eleitor votará em dois senadores nas eleições de 2026; veja como funciona

Nas eleições de 2026, os eleitores deverão escolher dois candidatos ao Senado. A mudança ocorre porque dois terços das cadeiras da Casa estarão em disputa neste pleito.

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BRASÍLIA (DF) – Os eleitores brasileiros terão uma novidade nas eleições gerais de 2026: será necessário votar em dois candidatos ao Senado Federal. A mudança ocorre porque, neste ano, estarão em disputa 54 das 81 cadeiras da Casa, o equivalente a dois terços da composição.

O mandato de senador é de oito anos e a renovação ocorre de forma alternada. Em uma eleição, os eleitores escolhem dois representantes por estado e pelo Distrito Federal; na seguinte, escolhem apenas um.

Como será a votação

Na urna eletrônica, o eleitor deverá registrar dois votos diferentes para senador. Após o eleitor confirmar o primeiro candidato, o sistema solicitará o segundo voto.

Caso o eleitor digite o mesmo número nas duas oportunidades, o sistema validará apenas o primeiro voto e anulará automaticamente o segundo.

Também não permite votar apenas no número do partido. Para o Senado, o eleitor deve informar o número do candidato, composto por três dígitos.

Voto é restrito ao estado do eleitor

Cada eleitor poderá votar somente nos candidatos que concorrem no estado onde possui domicílio eleitoral.

Além disso, a eleição para o Senado decidida em turno único. Serão eleitos os dois candidatos mais votados em cada unidade da Federação, independentemente do percentual de votos obtido.

Ordem de votação na urna

Nas eleições de 2026, a sequência de votação será:

  • Deputado federal;
  • Deputado estadual ou distrital;
  • Primeiro voto para senador;
  • Segundo voto para senador;
  • Governador;
  • Presidente da República.

O voto para governador só será liberado após a confirmação dos dois votos para senador.

Justiça Eleitoral orienta levar “colinha”

A Justiça Eleitoral recomenda que o eleitor leve uma anotação em papel com os números dos candidatos escolhidos para agilizar a votação. A chamada “colinha” é permitida.

Já o uso de celular continua proibido dentro da cabine de votação. O aparelho deve permanecer desligado e ser entregue ao mesário antes do início da votação.


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Luiz Marcelo
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Luiz Marcelo já escolheu seu lugar no mundo: na fronteira entre o jornalismo e o universo digital. Curioso por natureza, navega pela internet com olhar editorial — sempre em busca de pautas de interesse à população amazônida. Cada texto que escreve é uma chance de entender melhor a Amazônia e as histórias que ela guarda.

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