Pesquisa do IMMU avalia aumento da frota da linha 007 e uso de ônibus com maior capacidade nos horários de pico
Manaus (AM) – A Prefeitura de Manaus realizou nesta terça-feira (19), por meio do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana, um estudo para avaliar possíveis mudanças na linha 007, responsável pelo transporte gratuito de estudantes dentro do campus da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).
A pesquisa busca medir a demanda real de passageiros e verificar a necessidade de ampliar a frota ou substituir os veículos atuais por ônibus com maior capacidade, especialmente nos horários de maior movimento.
Hoje, a linha opera com quatro veículos e realiza, em média, 101 viagens por dia, ligando diferentes áreas do campus universitário até a avenida Rodrigo Otávio, principal via de acesso à universidade.
O que pode mudar para os estudantes da Ufam
Segundo o IMMU, o levantamento servirá para identificar gargalos no deslocamento interno da universidade e estudar alternativas para reduzir lotação e tempo de espera.
O principal foco está nos horários de pico, quando muitos estudantes enfrentam ônibus cheios e maior demora para circular entre os setores da universidade.
“O objetivo deste estudo é coletar dados estatísticos que demonstrem a necessidade de aumentar a frota, principalmente durante os horários de pico, além de expandir a quantidade de assentos”, explicou o chefe de fiscalização de Transporte do IMMU, Alfredo Maciel.
Como funciona a linha 007 da Ufam
A linha 007 é gratuita e atende exclusivamente a circulação interna da UFAM, facilitando o deslocamento entre institutos, faculdades e acessos do campus.
Atualmente, os ônibus partem com intervalos médios de aproximadamente oito minutos, segundo dados do IMMU.
A prefeitura informou que os dados coletados durante a pesquisa poderão orientar futuras mudanças para melhorar conforto, segurança e rapidez no deslocamento dos alunos.
Transporte dentro da Ufam é demanda frequente entre estudantes
A circulação dentro do campus da UFAM costuma ser alvo de reclamações relacionadas à lotação, tempo de espera e dificuldade de deslocamento entre blocos distantes, especialmente em horários de entrada e saída das aulas.
Como o campus possui grandes distâncias internas e parte dos estudantes depende do transporte coletivo para chegar às salas de aula, qualquer alteração na capacidade da linha pode impactar diretamente a rotina acadêmica.


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