PC-AM prende homem por estupro de sobrinha de 8 anos em Beruri

A vítima se encorajou a relatar os abusos à mãe após assistir a uma matéria sobre a prisão de um agressor sexual na televisão Beruri (AM) – A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), com apoio da Polícia Militar (PMAM), cumpriu nesta segunda-feira (03/11) um mandado de prisão preventiva em Beruri (a173 km de Manaus) contra […]

Data:

Compartilhe esse post:

A vítima se encorajou a relatar os abusos à mãe após assistir a uma matéria sobre a prisão de um agressor sexual na televisão


Beruri (AM) – A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), com apoio da Polícia Militar (PMAM), cumpriu nesta segunda-feira (03/11) um mandado de prisão preventiva em Beruri (a173 km de Manaus) contra um homem, de 35 anos, por suspeita de cometer estupro de vulnerável contra a própria sobrinha, uma menina de oito anos.

Ação da polícia garante a segurança de criança vulnerável no interior

A prisão do suspeito, efetuada na zona rural de Beruri, reforça a atuação das forças de segurança do Amazonas (PC-AM e PMAM) no combate aos crimes sexuais contra crianças e adolescentes, especialmente em comunidades mais isoladas. De acordo com a Polícia Civil do Amazonas, investigadores priorizam escuta especializada e exame de corpo de delito para assegurar a comprovação dos abusos e garantir a integridade e a segurança da vítima.

A investigação, conduzida pela 80ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Beruri, iniciou após a mãe da vítima procurar o Conselho Tutelar.

O delegado Jailton Santos, responsável pelo caso, informou que a vítima se encorajou a relatar os abusos à mãe após assistir a uma reportagem na televisão sobre a prisão de outro suspeito.

“A vítima começou a chorar e, ao ser questionada pela mãe, relatou que o tio teria feito a mesma coisa com ela várias vezes”, detalhou o delegado.

Provas e depoimento confirmam crimes em Beruri

Após a comunicação do fato, a Polícia Civil submeteu a criança à escuta especializada e ao exame de corpo de delito. Segundo o delegado, ambos os procedimentos comprovaram os abusos sexuais.

A vítima informou que o homem se aproveitava das ocasiões em que ficava sozinho com ela, geralmente quando ela visitava a avó materna. Além disso, o indivíduo ameaçou a criança de morte.

“O indivíduo chegou a ameaçá-la, dizendo que iria enforcá-la”, disse o delegado.

A genitora da vítima relatou ainda à polícia que a menina apresentava sinais de trauma, como o medo de frequentar a escola onde o autor também trabalhava. Diante da gravidade e do risco contínuo à criança, a Justiça de Beruri deferiu o pedido de prisão preventiva, que foi imediatamente cumprido pela PC-AM e PMAM.

O homem responderá pelo crime de estupro de vulnerável e permanece à disposição da Justiça.


Leia mais notícias de ações policiais contra abusos:


Quer receber notícias no seu WhatsApp ?-CLIQUE AQUI

Fale com a Redação: E-mail: [email protected] e WhatsApp: (92) 99148-8431

Portal Meu Amazonas
Portal Meu Amazonashttps://portalmeuamazonas.com.br
O Portal Meu Amazonas é um veículo digital de jornalismo sediado em Manaus, dedicado à cobertura do Amazonas e da Amazônia. Produz notícias, reportagens, análises e conteúdo de serviço sobre política, economia, cidades, meio ambiente, cultura, segurança, saúde e temas que impactam a população da região.

Matérias Relacionadas

VÍDEO: Menino de 6 anos morre após ser atingido por faca durante castigo do pai no AM

Criança foi atingida por uma faca que estava dentro de uma mochila usada pelo pai, segundo versão apresentada à Polícia Civil.

Honda e UEA lançam pós-graduação inédita em Ergonomia Aplicada à Indústria 4.0 no AM

Parceria entre Moto Honda e UEA cria formação inédita no Amazonas para preparar profissionais diante dos novos desafios da Indústria 4.0.

VÍDEO: Cabo PM é preso suspeito de entregar empresário para ‘tribunal do crime’ em Manaus

Operação Prova Viva cumpriu mandados de prisão e busca contra investigados por sequestro ocorrido na zona Norte da capital.

Reviravolta: laudo descarta estupro e aponta asfixia na morte da bebê Helena

Perícia oficial descartou violência sexual, apontou morte por asfixia e levou a Polícia Civil a reclassificar a investigação.