O Tribunal de Justiça de Pernambuco decretou nesta segunda-feira (23) a prisão preventiva de Gusttavo Lima, além de determinar a apreensão do passaporte do cantor.
A decisão judicial afirma que Gusttavo Lima prestou suposta conivência com foragidos, tendo ajudado dois indivíduos a permanecerem fora do país durante a Operação Integration
A defesa de Lima negou as acusações, classificando a prisão como injusta. Em nota, afirmaram:
“É imperioso destacar que Nivaldo Batista Lima [nome verdadeiro de Gusttavo Lima], ao dar guarida a foragidos, demonstra uma alarmante falta de consideração pela Justiça.” A defesa também ressaltou a intensa relação financeira do cantor com os investigados, levantando suspeitas sobre sua participação em atividades criminosas.
Operação Integration
A Operação Integration, deflagrada em 4 de setembro, investiga a exploração de jogos ilegais e lavagem de dinheiro. A ação resultou na prisão da advogada e influenciadora Deolane Bezerra, conforme registrado pelo Nexo.
De acordo com informações obtidas pelo jornal Folha de S.Paulo, o processo, que tramita em sigilo, aponta que o cantor ajudou José André da Rocha Neto, dono da casa de apostas VaideBet, e sua esposa, Aislla Rocha, a permanecerem fora do país.
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Gusttavo Lima possui 25% de participação na empresa de Neto, que tem mandados de prisão em aberto desde o início da operação.
A defesa do cantor reafirmou que ele “jamais seria conivente com qualquer fato contrário ao ordenamento de nosso país” e que não há envolvimento dele ou de suas empresas com o objeto da operação, segundo informações da CNN Brasil.
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