Goiânia (GO) – Os réus Raissa Nunes Borges e Jeferson Cavalcante Rodrigues receberam sentenças pelo assassinato de Ariane Bárbara Laureano de Oliveira.
O crime, que aconteceu em agosto de 2021 em Goiânia, foi impulsionado pelo desejo de Raissa, mentora do crime, comprovar sua psicopatia ao matar alguém.
A Polícia Civil esclareceu os motivos por trás dos fatos que levaram a dupla a julgamento.
O crime
A vítima, atraída por amigos, saiu de casa e avisou a família que ira lanchar, porém não voltou para casa, o que acendeu alerta em familiares que procuraram a Polícia, na ocasião.
O crime aconteceu no interior de um carro. Ariane foi morta com golpes de facas após ter sido enforcada até desmaiar.
O ato criminoso tinha o único objetivo de testar se Raíssa teria personalidade psicopata. Se ela conseguisse concluir o crime, isso comprovaria seus traços perversos, conforme concluíram as investigações.
Condenações e detalhes do julgamento
Raissa recebeu 15 anos de prisão e multa de 10 dias, enquanto Jeferson pegou 14 anos e multa de 10 dias. Ambos condenados por homicídio e ocultação de cadáver. O julgamento de 14 horas contou com testemunhos, incluindo o da mãe de Ariane, relatando a colaboração falsa dos réus na busca pela vítima.
Motivação mórbida
A busca mórbida de Raissa por “testar” sua psicopatia levou à morte de Ariane. O corpo da jovem, encontrado seis dias após seu desaparecimento, mostrou que a dupla desovou o corpo após o crime.
Arrependimento
As defesas da dupla pediram a absolvição em relação ao homicídio e ocultação de cadáver e corrupção de menores. No entanto, os jurados entenderam que há materialidade do crime, praticado por motivo torpe e mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima.
Descontentamento da mãe com a sentença
Apesar das condenações, a mãe da vítima expressou descontentamento com as sentenças, esperando por penas mais rigorosas.
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